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PROJETOS

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NACIONAIS E INTERNACIONAIS
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Todo administrador da área de finanças deve levar em conta, os objetivos dos acionistas e donos da empresa, para daí sim, alcançar seus próprios objetivos. Pois conduzindo bem o negócio - cuidando eficazmente da parte financeira - consequentemente ocasionará o desenvolvimento e prosperidade da empresa, de seus proprietários, sócios, colaboradores internos e externos – stakeholders (grupos de pessoas participantes internas ou externas do negócio da empresa, direta ou indiretamente) - , e, logicamente, de si próprio (no que tange ao retorno financeiro, mas principalmente a sua realização como profissional e pessoal).

 

Este administradores podem contar com uma equipe competente e eficaz para elaboração de projetos inovadores.

 

Podemos verificar que existem diversos objetivos e metas a serem alcançadas nesta área, dependendo da situação e necessidade, e de que ponto de vista e posição serão escolhidos estes objetivos. Mas, no geral, a administração financeira serve para manusear da melhor forma possível os recursos financeiros e tem como objetivo otimizar o máximo que se puder o valor agregado dos produtos e serviços da empresa, a fim de se ter uma posição competitiva diante de um mercado repleto de concorrência, proporcionando, deste modo, o retorno positivo a tudo o que foi investido para a realização das atividades da mesma, estabelecendo crescimento financeiro e satisfação aos investidores.

 

Existem muitas empresas que, mesmo fora do contexto operacional, alocam as suas poupanças em investimentos financeiros, com o objetivo de maximizarem os lucros das mesmas. A “financeirização”, iniciada com o fim do Acordo de Bretton Woods e o abandono do compromisso keynesiano, trouxe um novo contexto no comportamento das empresas, não apenas nas financeiras como também nas não-financeiras, inaugurando um período no qual as tomadas de decisões empresariais se dão num contexto de portfólios expandidos.

 

Entende-se por portfólios expandidos a possibilidade das empresas destinarem os seus recursos não apenas para investimentos produtivos, mas também, para investimentos financeiros fora do seu contexto operacional, procurando desta forma a obtenção de lucros em atividades que não são o seu objetivo principal.

 

Nesse ambiente em que estão inseridas as empresas e o setor produtivo, também o empresário tem a possibilidade de, em vez de investir em ativos produtivos, investir noutros ativos como, por exemplo, no mercado de capitais. Para isso, um ponto importante que o empresário terá em conta será a preferência pela liquidez, ou seja, a possibilidade temporal de ter disponível o recurso investido e a organização do mercado de investimentos. A importância do uso de mecanismos como o mercado de ações que permitem trazer expectativas do longo prazo (investimentos) para o curto prazo, embora, as variações no valor das empresas são maiores. Mas, não existe apenas o mercado de ações. Foram sendo usados também, outros mecanismos por parte de muitas empresas.

 

Com o aparecimento da “financeirização” o processo de decisão das empresas passa a ocorrer num contexto de portfólios expandidos, onde não constam apenas decisões de investimentos em bens de capital, stock’s, gastos e liquidez (caixa), como também, surge a possibilidade de aplicações no mercado financeiro, com o intuito de obter retorno num prazo cada vez menor.

 

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